Rafael Campos Pereira
Rafael Campos Pereira
Qu'est-ce qu'un homme né il y a plus de 100 ans peut bien apprendre d'intéressant à un ado comme toi ? Dans un de ses cours, Francois doit faire un travail sur ses origines. Il est découragé. Plonger dans le passé ne l'intéresse pas. Lui ce qui le passionne, c'est le présent et, surtout, le futur. Né au Québec, Francois connaît peu de choses sur la partie française de sa famille. Toutefois, lors de ses recherches, il découvre d'impressionnants cahiers réalisés, il y a 100 ans, par son arrière-grand-père paternel. Les dessins de ce dernier sont fascinants. Peu à peu, Francois voudra tout savoir sur son aïeul. Ce travail deviendra une véritable quête. Bien sûr, il apprendra à connaître Aimé Grondin, cet ancêtre dont il ignorait l'existence, mais il se questionnera également sur les traces qu'il laissera à son tour. Un roman captivant qui navigue entre le passé et le présent, la mémoire et la connaissance, l'héritage qu'on laisse et les souvenirs qui restent.
Ao primeiro olhar, este parece ser um caderno de viagens e peregrinações por diferentes geografias. Na realidade, visto com maior atenção e detalhe, o livro foca-se essencialmente nas pessoas com que o autor lida nas suas viagens. Porque para o autor, definitivamente, são as pessoas que fazem valer a pena viajar. "O Rafael não foi passear ao mundo para lhe administrar lições ou para o julgar. E não escreveu este livro com a pretensão de educar os sedentários. Trata o mundo como uma casa que, sendo sua, é também infinita e misteriosa, cheia de divisões por abrir. O Rafael circula por ali e abre cada porta de sua vez. Com respeito e circunspecção." Sérgio Sousa Pinto, in prefácio
"Este livro permite aos leitores vislumbrar as inúmeras histórias narradas, quase como se estivéssemos presencialmente a vivê-las, tão detalhada e completa é a ilustração dos lugares e de todos os elementos que as constituem, ajudando a transportar-nos para o mundo sem sairmos do nosso local de leitura." (in Prefácio, por Bernardo Campos Pereira) Estas crónicas não ousam ser literatura. Limitam-se a ser um conjunto despretensioso e heterogéneo de relatos de peregrinações pelo mundo e de reflexões mais ou menos íntimas. Um itinerário realizado de forma aleatória e instintiva sobre paisagens urbanas, pessoas anónimas, pequenos prazeres, emoções fortes e pensamentos íntimos, tendo em vista o propósito deliberado do autor: contar o que viveu aos que não estiveram lá para ver. Público Alvo Público em geral e apaixonados por viagens, conhecimento e experiências, que aqui podem viajar acompanhados pelo prazer da leitura fácil e cativante.
31 récits de voyage à travers les cinq continents, où les rencontres humaines priment sur les paysages. Viagens sem Julgamentos invite à découvrir le monde sans préjugés, à travers le regard attentif et bienveillant de Rafael Campos Pereira.