Maria Helena Costa
Maria Helena Costa
Genocídio Silencioso é uma obra de reflexão profunda e provocadora que aborda o tema do aborto sob uma perspectiva ética, social, científica e cultural. A autora propõe um olhar crítico sobre a evolução do discurso em torno desta realidade, desafiando o leitor a questionar narrativas dominantes e a confrontar-se com questões fundamentais sobre a vida humana, a dignidade e a responsabilidade individual e colectiva. Trata-se de um livro que não pretende apenas informar, mas também despertar consciências e promover um debate mais amplo e fundamentado. TEMAS CENTRAIS A obra centra-se em vários eixos fundamentais: o A evolução histórica, ética e política do discurso sobre o aborto; o A análise crítica das diferentes narrativas (eugénica, económica, sanitária e de "direitos"); o A questão da natureza e dignidade do nascituro; o As consequências psicológicas, sociais e culturais do aborto; o A relação entre aborto, sociedade contemporânea e valores humanos; o A necessidade de um debate ético e civilizacional mais profundo. Este livro deve ser lido por quem procura compreender o tema do aborto para além dos slogans e das posições superficiais. Oferece uma análise detalhada, sustentada em referências históricas, científicas e filosóficas, permitindo ao leitor formar uma opinião mais informada e crítica. É também um convite à reflexão pessoal e ao questionamento de ideias previamente assumidas. Este livro dirige-se a um público adulto, com interesse em temas sociais e disponibilidade para reflexão crítica. É especialmente indicado para: o Qualquer pessoa que deseje aprofundar o debate sobre a vida humana e os seus limites. o Leitores interessados em ética, filosofia e questões sociais contemporâneas; o Profissionais das áreas da saúde, direito e ciências sociais; o Estudantes e investigadores; O que distingue Genocídio Silencioso é a sua abordagem abrangente e assumidamente crítica, que combina dados, história, argumentação ética e testemunhos pessoais. A obra não se limita à análise teórica: procura expor contradições sociais, desafiar consensos instalados e dar voz a dimensões frequentemente omitidas no debate público.
Pela sua atualidade, relevância e impacto, selecionámos alguns dos 17 princípios da agenda 2030, que configuram a chamada NOM (Nova Ordem Mundial). Cada um dos capítulos deste livro aborda um tema específico e reflete o conhecimento, os resultados da investigação e a opinião particular do seu autor sobre esse tema. A agenda global 2030 tem o propósito de desestruturar as sociedades e implantar um novo código de valores e de conduta, para as empresas e para os indivíduos. Uma mudança desenhada pelo Fórum Económico Mundial em que nada ficou de fora e tudo está perfeitamente estruturado e articulado, obedecendo a um extraordinário planeamento estratégico e guias para a ação com o propósito de desestabilizar a unidade das nações, desmoralizar as populações, acabar com o conceito de identidade de género e de família, promover o ódio à cultura cristã e à nossa realidade biológica de homem e mulher. Uma engenharia social que pretende alcançar a mentalidade de rebanho que a "pandemia" do COVID 19 permitiu testar. Estrutura da obra: - Capítulo I - Grupo Bilderberg - Como amordaçar a Democracia, Frederico Duarte Carvalho - Capítulo II - O processo de transformação social, Maria Helena Costa - Capítulo III - A Agenda Sanitária - a Saúde como alavanca do capitalismo de vigilância, Marta Gameiro - Capítulo IV - Terrorismo Climático, Ricardo Augusto Felício - Capítulo V - A Agenda 2030: contradições e incoerências, Julian Mora Aliseda - Capítulo VI - ESG e CBDC - Agenda Financeira - Uma agenda totalitária inspirada no modelo ditatorial chinês, Paulo Santos e Rui Nobre - Capítulo VII - Mudança de ciclo, Carlos Astiz